quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O Sarau

          Foi realizado, um Sarau em nossa escola, no dia 15/09/2011. Este evento se encarregou de transmitir um pouco do que foi estudado, a Literatura de Cordel, onde ficamos conhecendo um pouco da obra de poetas como: Iponax Villa Nova, Manoel Monteiro e Afrânio Brito.
            O evento trouxe a participação de alunos encenando e declamando versos dos cordelistas. Tudo à caráter, com cenário, figurino e fundo musical próprio da cultura nordestina. Foi muito bonito de se vê! Nos sentimos orgulhosos de sermos nordestinos!
            Foi contada a vida do nordestino em versos, um povo sofredor, bem humorado, otimista, solidário, persistente, que não desiste nunca e também de muita fé.
            Os cordelistas, Iponax Villa Nova e Afrânio Brito, estiveram presentes no Sarau e ao seu final declamaram versos de sua autoria. Manoel Monteiro não pôde estar presente.
             O Sarau teve a presença de alunos, professores e familiares. Todos apreciaram o momento com alegria.

           


         

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Iponax Villa Nova

Filho do grande poeta repentista Ivanildo Villa Nova é também poeta e declamador desde 1997. Tem quatro CDS gravados e inúmeras participações em mais de 200festivais de violeiros nos quais atuou como apresentador e/ou declamador.
Atualmente é gerente do Centro Cultural em Campina Grande e produtor e apresentador de um programa voltado para a cantoria de viola nordestina na Rádio Caturité, também em Campina Grande. Iponax é também Presidente do Clube do Repente de Campina Grande e é responsável pela realização anual de oito festivais de repente e poesia na região.
Grupo: 5
Augusto Anísio
José Caetano
Juliano César
Lilian Diniz
Maria Creusa

Iponax Vila Nova

Iponax Vila Nova


É um poeta declamador produz CD , participa de programa de TV dizendo seus poemas e etc.
Iponax já fez apresentações com seu pai cujo nome é Ivanildo Vila Nova que é repentista .
Iponax é declamador já o pai é repentista coisas diferentes mais que possui o poema .
Alguns de seus poemas são : Papagaio Depravo, Bem Longe de mim, Testemunha Ocular, Você é Doida por Mim, Versos Diversos, Só por Causa de um Batom, Pobre e outros .
Iponax participou do II Sarau da Escola Virgem de Lourdes que ocorreu no dia 15/09/2011 e ele por sua parte declamou o poema "Bem Longe de Mim" .




Grupo: Laís Maria, Laís Paiva, Lara Assíria, Letícia Fonseca, Maria Vitoria e Marina Mota  

Manoel Monteiro cordelista

Manoel Monteiro da Silva ou simplesmente Manoel Monteiro, como assina seus trabalhos, nasceu em Bezerro, Pernambuco, no dia 4 de Fevereiro de 1937. É o mais importante cordelista brasileiro em atividade, com uma produção densa e diversificada, abarcando toda a área da atividade humana.
Seguro no ofício de escrever versos rimados e metrificados, suas narrativas são envolventes e prendem o leitor do princípio ao fim, além da influência verbal, própria dos grandes mestres. Em razão da qualidade de sua produção, a literatura de cordel está sendo indicada para a grade escolar de várias cidades brasileiras.
Estudava na Escola Secundária Passos Manuel, em Lisboa, quando aderiu à Juventude Centrista. Tornou-se presidente da Comissão Política Nacional da JC, em 1990. Apoiado por Adriano Moreira assumiu a liderança do Centro Democrático Social, em 1992, num congresso realizado em Lisboa, derrotando Basílio Horta e Lobo Xavier.
Durante a sua liderança foi acrescentada a designação de Partido Popular à abreviatura CDS. Optou por um discurso de ruptura em relação às gerações anteriores que asseguraram a direção partido, nomeadamente quanto às questões européias, manifestando-se frontalmente contra o federalismo e a favor de uma Europa das nações onde a soberania de cada Estado deveria ser preservada. Nessa linha, reprovaram também o Tratado de Maastricht e a União Econômica e Monetária, defendendo a possibilidade dos Estados-membros adoptarem, facultativamente, políticas definidas em comum. Defensor da realização de um referendo para a ratificação do Tratado de Maastricht e a União Econômica e Monetária, defendendo a possibilidade dos Estados-membros adoptarem, facultativamente, políticas definidas em comum. Defensor da realização de um referendo para a ratificação do Tratado de Maastricht promoveu uma consulta interna sobre o Tratado da União Européia no qual este foi rejeitado por 90% dos militantes. Na sequência destes resultados, Freitas do Amaral pediu a demissão do partido, a que se seguiu o abandono dos euros deputados Luís Beiroco e Carvalho Raposo.
Grupo: 5
Augusto Anísio
José Caetano
Juliano César
Lilian Diniz
Maria Creusa

Alfrânio Brito

 Vamos mostrar um poema de Alfrânio Brito:

                     

                      O CORDEL

          Vem de um tempo cruel, medieval,
          Pelas ruas e feiras foi cantado,
          Pelos centros mais cultos foi tratado
          Como literatura marginal.
          O seu nome nasceu em Portugal
          Onde o mesmo era exposto num cordão;
          No Brasil, numa nova geração,
          Juntamente aos poetas da viola,
          O cordel hoje entra na escola:
          É cultura, é lazer e educação.


                                 Grupo 3:

                    Laís Maria
                    Laís Paiva
                    Lara Assíria
                    Letícia Fonseca
                    Maria Vitória
                    Marina Mota




Manoel Monteiro

:: Manoel Monteiro

Manoel Monteiro da Silva ou simplesmente Manoel Monteiro, como assina seus trabalhos, nasceu em Bezerro, Pernambuco, no dia 4 de Fevereiro de 1937. É o mais importante cordelista brasileiro em atividade, com uma produção densa e diversificada, abarcando toda a área da atividade humana.
Seguro no ofício de escrever versos rimados e metrificados, suas narrativas são envolventes e prendem o leitor do princípio ao fim, além da influência verbal, própria dos grandes mestres. Em razão da qualidade de sua produção, a literatura de cordel está sendo indicada para a grade escolar de várias cidades brasileiras.

Grupo 3: Laís Maria
            Laís Paiva

            Lara Assíria
            Letícia Fonseca

            Maria Vitória
            Marina Mota
          




GRUPO 1: 
Fernanda Rocha (LÍDER)
Fernanda Medeiros
Joanna Porto
Lilian Santos
Maria Klídia

LITERATURA POPULAR

Literatura popular é a designação corrente e simplificada de literatura oral tradicional ou literatura popular de tradição oral, isto é, todo o conjunto de formas simples da arte verbal do povo. Consoantes os autores e os seus contributos teóricos, esta literatura é também apresentada com outras denominações: literatura oral, literatura tradicional, etno-literatura ou literatura marginal.
A denominação de literatura popular, em face da ambiguidade do termo “popular”, tem levantado as objecções de alguns teóricos, como é o caso de Victor Aguiar e Silva, para quem esta literatura exprime de modo espontâneo e natural, na sua profunda genuinidade, o espírito nacional de um povo, tal como aparece modelado na particularidade das suas crenças, dos seus valores tradicionais e do seu viver histórico.
O principal defensor do nome “literatura popular” é, sem dúvida, Viegas Guerreiro, que afirma preferi-lo por ser o de “de mais extenso significado”, já que “cabe nele toda a matéria literária que o povo entende e de que gosta da sua autoria ou não”.
Nos seus estudos sobre a literatura popular portuguesa, o escritor e etnólogo Alexandre Parafita preconiza e justifica a denominação de "Literatura Popular de Tradição Oral" para qualificar o universo de textos em causa, definindo tal literatura como o vasto e diversificado conjunto de formas de arte verbal determinado pelo uso que o povo delas faz e que, por isso, é testemunho da sua cultura e da sua identidade.
Neste universo de textos, segundo Parafita, são de considerar os contos populares, lendas, mitos, provérbios, ditos populares, ápodos, adivinhas, lengalengas, orações, rezas, fórmulas de superstições e de mezinhas, esconjuros, orações com escárnio, pragas, agouros ou profecias, galanteios ou piropos, quadras, autos populares, romanceiros, cancioneiros, excelências, entre outros.
Este especialista adverte que estes textos vão apresentando variantes mais ou menos pronunciadas, conforme o espaço geográfico e a geração que deles se apoderou ou os acolheu, o que vem confirmar o seu caráter eminentemente oral.

LITERATURA DE CORDEL

Literatura de cordel é um tipo de poema popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.