Manoel Monteiro da Silva ou simplesmente Manoel Monteiro, como assina seus trabalhos, nasceu em Bezerro, Pernambuco, no dia 4 de Fevereiro de 1937. É o mais importante cordelista brasileiro em atividade, com uma produção densa e diversificada, abarcando toda a área da atividade humana.
Seguro no ofício de escrever versos rimados e metrificados, suas narrativas são envolventes e prendem o leitor do princípio ao fim, além da influência verbal, própria dos grandes mestres. Em razão da qualidade de sua produção, a literatura de cordel está sendo indicada para a grade escolar de várias cidades brasileiras.
Estudava na Escola Secundária Passos Manuel, em Lisboa, quando aderiu à Juventude Centrista. Tornou-se presidente da Comissão Política Nacional da JC, em 1990. Apoiado por Adriano Moreira assumiu a liderança do Centro Democrático Social, em 1992, num congresso realizado em Lisboa, derrotando Basílio Horta e Lobo Xavier.
Durante a sua liderança foi acrescentada a designação de Partido Popular à abreviatura CDS. Optou por um discurso de ruptura em relação às gerações anteriores que asseguraram a direção partido, nomeadamente quanto às questões européias, manifestando-se frontalmente contra o federalismo e a favor de uma Europa das nações onde a soberania de cada Estado deveria ser preservada. Nessa linha, reprovaram também o Tratado de Maastricht e a União Econômica e Monetária, defendendo a possibilidade dos Estados-membros adoptarem, facultativamente, políticas definidas em comum. Defensor da realização de um referendo para a ratificação do Tratado de Maastricht e a União Econômica e Monetária, defendendo a possibilidade dos Estados-membros adoptarem, facultativamente, políticas definidas em comum. Defensor da realização de um referendo para a ratificação do Tratado de Maastricht promoveu uma consulta interna sobre o Tratado da União Européia no qual este foi rejeitado por 90% dos militantes. Na sequência destes resultados, Freitas do Amaral pediu a demissão do partido, a que se seguiu o abandono dos euros deputados Luís Beiroco e Carvalho Raposo.
Grupo: 5
Augusto Anísio
José Caetano
Juliano César
Lilian Diniz
Maria Creusa
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